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sábado, 22 de fevereiro de 2014

Cultura Brasileira: Marchinhas de Carnaval





Marcha de Carnaval, também conhecida como "marchinha", é um gênero de música popular que foi predominante no carnaval dos brasileiros dos anos 20 aos anos 60 do século XX, quando começou a ser substituída pelo samba-enredo porque as escolas de samba não queriam pagar os altos preços cobrados pelos compositores musicais. No entanto, no Rio de Janeiro e em diversas cidades do Brasil, as centenas de blocos carnavalescos que anualmente desfilam durante o carnaval continuam, a cada ano, lançando novas marchinhas e revivendo as antigas.


A primeira marcha foi a composição de 1899 de Chiquinha Gonzaga: 




Um estilo musical importado para o Brasil, descende diretamente das marchas populares portuguesas, partilhando com elas o compasso binário das marchas militares, embora mais acelerado, melodias simples e vivas, com letras picantes, cheias de duplo sentido.
Inicialmente calmas, a partir da segunda década do século XX passaram a ter seu andamento acelerado, devido à influência da música comercial norte-americana da era jazz-bands, tendo como exemplos as marchinhas Eu vi e  Zizinha, de 1926, ambas do pianista e compositor José Francisco de Freitas, o Freitinhas.
A marchinha destinada expressamente ao carnaval brasileiro passou a ser produzida com regularidade no Rio de Janeiro, a partir de composições de 1920 e atingiu o apogeu com intérpretes como Carmem Miranda (primeiro vídeo lá em cima), Emilinha Borba, Silvio Caldas dentre outros. 
As marchinhas de carnaval tiveram seu auge nos anos 30, 40 e 50. Depois delas, muito foi produzido, pouco aproveitado. Dos anos 60 em diante começaram a perder espaço para os sambas-enredo.
Nos anos 80, algumas regravações chegaram a fazer sucesso, como Balancê, gravada por Gal Costa:




e Sassaricando, gravada por Rita Lee:



Mas tudo isso era muito pouco para um país que somente em 1952 produziu cerca de 400 músicas de carnaval, a maioria delas marchinhas alegres e divertidas.

(O texto acima foi retirado, parte transcrito, parte adaptado, da Wikipédia.)

Se você ficou curioso e quer ouvir mais, aqui há 43 marchinhas de Carnaval. Nem todas têm letras apropriadas ou politicamente corretas, mas fazem parte da História de nossa Cultura Brasileira.





Dom Quixote em nossa cultura

Caros alunos,

Para quem se encantou com a paixão de Ana Maria Machado, ainda pequenininha, por Dom Quixote (relatada na Nota de Aula 1), eis aqui algumas antigas publicações que fiz neste blog sobre o grande Cavaleiro Errante. Agora, em 2014, não leremos o livro adaptado em HQ que, em 2012 e 2011, lemos. No entanto, a importante obra de Cervantes é inesquecível e não pode deixar de ser conhecida por vocês.

Quem for curioso, clique aqui e veja como essa obra extrapolou a sua mídia primeira (o livro) e se propagou em diversos outros formatos como a propaganda, a música, o balé, a pintura, a poesia, a animação etc. Todas elas só fazem confirmar a importância e universalidade de Dom Quixote e seu fiel escudeiro Sancho Pança.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Exemplo de superação: importância da inclusão social

Nós lemos na nota de aula 7 uma matéria sobre o livro de fábulas publicado pela primeira professora com síndrome de Down do Brasil, Débora Araújo Seabra de Moura. Que tal conhecer mais um pouquinho sobre a história dela?


sábado, 25 de maio de 2013

DIA 25 DE MAIO DE 2013 

DIA INTERNACIONAL DA ÁFRICA

A nossa querida Professora Tatiane Marques postou sobre o Dia Internacional da África e fiquei muito feliz com a indicação de leitura!

Sou Professora de Língua Inglesa do 7º, 8º e 9º anos do EF e também gosto muito de ler sobre a Cultura Africana,  uma de nossas raízes!

Na Língua Inglesa também há muitos autores ligados à Cultura Africana e uma das autoras mais festejadas é a Toni Morrison. Já ouviram falar nela?

Vejam o que encontrei sobre ela no sítio eletrônico http://www.infoescola.com/biografias/toni-morrison/ :

A escritora Chloe Anthony Wofford, mais conhecida como Toni Morrison, nasceu na cidade de Lorain, em Ohio, nos Estados Unidos, no dia 18 de novembro de 1931. Ela se tornou famosa por sua obra intensa e comovente, na qual ela expressa a vivência das negras norte-americanas ao longo dos séculos XIX e XX.
Vinda de um lar pobre, ela passa por muitas dificuldades financeiras na infância, principalmente por conta da Grande Depressão. Toni cursa teatro na Universidade de Harvard e ingressa na Faculdade de Letras da Universidade de Cornell, na cidade de Nova York. Após a graduação ela atua como professora de inglês no meio acadêmico.
Toni Morrison
Toni Morrison

Este viés literário assumido por Morrison, uma mulher negra e de origem humilde em um país reconhecido por sua tradição racista, a consagra como uma das melhores escritoras norte-americanas dos últimos tempos, o que lhe vale, em 1993, o Prêmio Nobel de Literatura.
Mesmo tendo que desenvolver seu processo criativo madrugada afora, no momento em que os filhos dormiam, ela não hesitou em seguir sua jornada literária. Hoje, mesmo com as crianças convertidas em adultos, ela ainda cultiva a rotina de escrever das 4 horas da manhã em diante, quando ela considera estar em seu apogeu criador.
Fontes:

http://www.algosobre.com.br/biografias/toni-morrison.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Toni_Morrison


Toni Morrison também veio a publicar livros infantis - Little Cloud and Lady Wind é um deles.

No Brasil, um de nossos melhores autores sobre o tema é Nei Lopes. Conhecem?

Ele escreveu um livro para crianças, Kofi e o Menino de Fogo, em parceria com a ilustradora Hélène Moreau.

Nei Lopes também publicou  livros de literatura afro-brasileira, dicionários, entre outros, além de publicações sobre música.


Querem mais sugestões de leitura?

Contos africanos, de Gcina Mhlophe e Rachel Griffin, Editora Ciranda Cultural.

Xiiii, me empolguei!!!


See you, students!!